domingo, 15 de janeiro de 2017

5ª Urgência: Igreja a serviço da vida plena para todos

Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10

“A vida é dom de Deus! ‘O Evangelho da vida está no centro da mensagem de Jesus’. É missão dos discípulos o serviço à vida plena. Por isso, a Igreja no Brasil proclama com vigor que ‘as condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários a maior compromisso a favor da cultura da vida’” (DGAE, n. 62).

A Igreja de Ribeirão Preto assume o compromisso de agir com maior empenho no tocante à evangelização da cultura, dos meios universitários, entre os políticos, empresários e educadores. A Igreja precisa se fazer presente na sociedade: a ideia de que “o que não é visto, não existe” é muito presente em nosso contexto.

O amor e cuidado ao próximo é um dever de toda a comunidade cristã. A Igreja de Ribeirão Preto se compromete em continuar a missão de Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10), apoiando a Pastoral Social que tem como tarefa promover, cuidar e defender a vida em todas as suas expressões, testemunhando o Querigma com o seu conteúdo inevitavelmente social. No próprio coração do Evangelho, aparece a vida comunitária e o compromisso com os outros. O conteúdo do primeiro anúncio tem uma repercussão moral imediata, cujo centro é a caridade (cf. DGAE, n. 109).

“Um olhar especial merece a família, patrimônio da humanidade, lugar e escola de comunhão, primeiro espaço para a iniciação à vida cristã das crianças, no seio da qual, os pais são os primeiros catequistas. Tamanha é sua importância que precisa ser considerada ‘um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora’. Portanto, é preciso uma pastoral intensa, vigorosa e frutuosa, capaz de animar a “)  vivência da santidade no matrimônio e na família, atendendo também as diversas situações familiares e reivindicando as condições socioeconômicas necessárias ao bem estar da pessoa, da família e da sociedade” (DGAE, n.111).

Perspectivas de ação:

 Diante das indicações assumidas, várias são as perspectivas escolhidas pela Assembleia:
a) Família – Recuperar a identidade da Pastoral Familiar, incentivando a sua reestruturação; acompanhar, com misericórdia, as novas realidades da Família, principalmente os casais em segunda união; fortalecer o trabalho da Comissão Pastoral em Defesa da Vida;

 b) Promover, a partir de nossas comunidades, uma cultura que respeite as diferenças combatendo o preconceito e a discriminação nas mais diversas esferas;

c) Incentivar e fortalecer os diversos serviços que correspondem às várias necessidades da vida: Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral da Esperança (Exéquias) e Pastoral da Pessoa Idosa;

d) Criar uma Capelania Universitária;

 e) Sensibilizar para o conhecimento, o estudo e a aplicação da Doutrina Social da Igreja (DSI); incentivar a participação dos leigos nos Conselhos de Direitos e fortalecer as equipes de Fé e Política;


f) Fortalecer a Pastoral Carcerária e a Pastoral do Menor.

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